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Adubos químicos usados em roseiras

N-P-K 04-14-08
(4 partes de nitrogênio, 14 partes de fósforo e 8 partes de potássio)

Formulação ideal para novos plantios ou mudanças de vasos (transplante). Indicado para espécies que produzem flores e frutos. Além disso, segundo a maioria dos fabricantes, esta formulação é ideal para ser aplicada no momento do plantio dos vegetais, no preparo do solo, pois o alto teor de fósforo proporciona uma melhor formação e desenvolvimento das raízes e estrutura das plantas.

N-P-K 10-10-10
(partes iguais dos 3 elementos)

Segundo os fabricantes, esta formulação também é ideal para ser aplicada em plantas já formadas, na forma de cobertura. Neste caso, pode ser usada em flores, folhagens, hortaliças e frutíferas. Serve para fortalecer plantas de uma maneira geral.

N-P-K 08-12-10

Formulação própria para a cultura de rosas. Possui quantidades exatas de nitrogênio para que as suas folhas cresçam com um verde bonito; de fósforo para que suas flores se desenvolvam em abundância e para promover um excelente enraizamento; e potássio, para combater as doenças e fortalecer as plantas no seu desenvolvimento.

 

Aplicações

  • Na primavera, o adubo que contém nitrogênio vai estimular a brotação, o crescimento da planta e das folhas.
  • No outono, um adubo com mais potássio vai favorecer o desenvolvimento e fortalecimento das raízes, caule e frutos.
  • Nas espécies floríferas e frutíferas devemos adubar com mais fósforo no início da primavera.
  • Nas espécies floríferas, a adubação deverá ser suspensa durante toda a floração.
  • Não adube as plantas quando secas, e sim aproximadamente uma hora após as regas, devendo as aplicações serem feitas preferencialmente no final da tarde, ou pela manhã, bem cedo.
  • Não devemos adubar plantas transplantadas, é necessário aguardar pelo menos 40 dias antes de reiniciar as adubações.
  • Há opiniões divergentes quanto a esta questão, mas, como regra geral, não devemos adubar no período mais frio do ano (inverno), quando as plantas estão em estado de dormência. E, devemos diminuir a adubação no período mais quente (verão).
  • Também há no mercado as fórmulas preparadas especialmente para determinadas espécies de plantas ornamentais. É o caso das violetas, orquídeas, rosas e samambaias. Neste caso, os fabricantes elaboram uma fórmula adequada às necessidades nutricionais de cada espécie.
  • A freqüência de adubação varia de acordo com a espécie cultivada. Algumas precisam mais outras menos, mas, de forma geral, a adubação pode ser feita a cada dois meses. Mas lembre-se: quanto à dosagem e forma de aplicação, siga rigorosamente as indicações do fabricante, que constam na embalagem do produto.
  • Fique atento para as quantidades de adubo a serem aplicadas, quando a adubação é demasiadamente excessiva, além do gasto ser maior do que o desejado as plantas podem apresentar queima nas raízes, folhas e frutos, prejudicar a fertilidade da planta ou até mesmo morrer devido a este excesso, além de aumentar a salinidade do solo.

Fonte: http://www.paisagismobrasil.com.br/

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