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Propagação de Rosas

Estacas

Neste tipo de propagação, o primeiro passo é cortar um caule de aproximadamente 25 cm, com a espessura de um lápis comum. Então, os espinhos e as folhas são retirados, e metade do caule, enterrada. Se houver hormônios de enraizamento, a base do galho deve ser submergida. Para o preparo da cova, são utilizadas terra negra e nutrientes agregados, como um pouco de farinha de osso. Em seguida, a muda é regada e, após três meses, as plantas brotam, ramificam e se desenvolvem. Assim, já estão prontas para o transplante, que deve ser realizado, de preferência, no outono. Um ponto importante é que, na produção de larga escala, não se utiliza essa técnica de plantio. Alem disso, não é possível realizar o processo de estaquia com caules que foram usados conservantes.

Enxertia

Esta é a forma de propagação mais comum, e com garantia de melhores resultados – são poucas as variedades de rosas que não a aceitam. Pode ser realizada durante o ano todo e, em épocas de chuva, deve ser feita em um ambiente fechado, a fim de evitar a propagação de fungos. Com um bom cavalo, ocorrerão boas brotações, e as plantas crescerão resistentes as doenças – no Brasil, principalmente, contra os nematóides do solo. O cavalo precisa, também, ter um bom sistema radicular com raízes fortes. O mais usado no Brasil são aqueles feitos com a Rosa multiflora da China e seus cultivares, além de cavalos híbridos. Outros dois cultivares importantes são o indica e o manetti – este último, principalmente, no caso de flores de corte.

O cavaleiro, ou seja, a estaca da variedade escolhida, deve ser colocado no colo e localizado na porção entre o enraizamento e a parte aérea (onde será feita uma incisão com instrumento esterilizado no sentido longitudinal). Então, é realizada uma vedação (com plástico ou fitilho) que dura até o período de cicatrização – em média 60 dias.

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